Tendências de arquitetura em Curitiba: o que ganha espaço em 2026
Plantas menores, alto padrão vertical, integração com áreas verdes, retrofit e certificações de sustentabilidade. O que os novos lançamentos entregam — e por que o mercado pede isso agora.
Marcos Aurelio Costa
Corretor

O comprador curitibano mudou nos últimos cinco anos, e a arquitetura acompanhou.
Plantas menores e mais funcionais
Studios e 1–2 dormitórios com áreas comuns robustas superaram os 3 dormitórios tradicionais em bairros centrais. O uso do espaço pesou mais que o metro quadrado bruto.
Alto padrão vertical e boutique
Menos torres, mais unidades por andar, coberturas com pé-direito duplo e serviços concierge. Batel e Ecoville lideram esse movimento.
Integração com áreas verdes
Fachadas com brises vegetais, praças internas e proximidade com parques (Barigui, Tanguá, São Lourenço) viraram argumento comercial forte.
Sustentabilidade certificada
Empreendimentos GBC Casa, AQUA-HQE e LEED começaram a ser precificados com prêmio pelo mercado — inclusive na revenda.
Retrofit no eixo central
Prédios antigos entre o Centro Cívico e o Alto da XV estão sendo requalificados como boutique residencial. Ticket menor, localização premium.
— Assinado por: Marcos Aurelio Costa, Corretor Galvão.

Escrito por
Marcos Aurelio Costa
Corretor
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